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X-Men: O Confronto Final, brilhante com seu elenco composto por astros dos filmes anteriores como: Hugh Jackman, Halle Barry, Ian McKeller (que me impressiona por fazer vários arrasa-quarteirões seguidos), Patrick Stewart, Shawn Ashmore, Aaron Stanford, James Marsden e a volta de Famke Janssen como a Fênix, chega finalmente aos cinemas prometendo.
Com seus dois últimos episódios digiridos por Brian Singer, neste é Brett Ratner quem assume o comando dos mutantes. Levando experiência de A Hora do Rush, Dragão Vermelho e do recente Ladrão de Diamantes, Ratner fez um excelente trabalho neste (suposto) último filme dos mutantes, como suas câmeras deslizantes e closes expetaculares.
Em O Confronto Final, um cientista descobre que seu filho é um mutante e anos depois consegue descobrir a ‘cura’. Com isso, mutantes fazem protestos e dizem ‘NÃO!’ para a ‘cura’, já que a mutação não é uma doença e não há nada para ser curado neles. Jeam Grey de volta com a Fênix vindo à tona e sua fúria devastadora. Juntando-se ao elenco veterano estão Ellen Page como Kitty Pride, Kelsey Grammer como o Fera e Ben Foster como o Anjo. Na trama Kitty Pride (Lince Negra), ao ter a companhia do Homem de Gelo(ou apenas Bobby), passa a causar ciúmes em Vampira (Anna Paquim). Mas amores à parte, Tempestade agora com seu novo visual, ataca de lutadora ao invés de ficar apenas nos raiozinhos e Wolverine está bem mais ‘mal-criado’. Mas isso não importa.
O que realmente interessa é que X-Men: O Confroto Final (X-Men: The Last Stand, 2006) deve ser apreciado e não apenas visto como mais um filminho cheio de efeitos especiais(e de primeira). Vale muito a pena.
DETALHE: Para quem ainda não viu o filme, existe uma cena após os créditos. Eu saà logo da sala e fiquei sabendo depois


